Cultura – sem projeto em Uberaba – atende a egos de Luiz Neto, com desvio de função da CODAU

A Prefeitura de Uberaba se transformou, como aconteceu na década de 1990, no recanto da elite e dos caprichos de Luiz Neto. Mesmo não sendo prefeito, o citado, que é presidente da CODAU, manda e desmanda na desgovernada Prefeitura de Paulo Parado Piau.
E não é só nas finanças, onde a cada compra da CODAU, é um susto, tamanha a falta de transparência e moralidade. Mas o rapaz usa a tal autarquia para seus caprichos, para atender a amigos e parceiros de negócios e para contemplar seus egos mais profundos, desde de sua época de estudante de Engenharia.
Os tais eventos culturais, que, de forma absurda, já que para isso existe a Fundação Cultural de Uberaba, a CODAU vem bancando, faz parte destes egos. Os fins não justificam os meios.
E a mais nova, é a volta do tal Festival do Chapadão. O rapaz, quando era prefeito na década de 1990, fez a mesma coisa, somente porque participou de um festival desse quando estudante na década de 1970. O que foi realizado na cidade na década de 1990 beirou ao ridículo, com o senhor Luiz Neto pegando violão e cantando.
A coisa que é a cara dos egos do manda-chuva de Piau. Até porque, quem participa destes eventos culturais não vota nessa turma, que representa a desigualdade social e os ataques a Educação e Cultura. Por isso da incoerência, ao mesmo tempo que Piau e Luiz Neto atacam a Educação e Cultura, o presidente da CODAU “faz” festival de música, mas apenas para atender ao seu ego.
O que artistas e simpatizantes da cultura têm que lutar é para a Fundação Cultural voltar a funcionar, e cumprir o papel para qual foi criada, e não achar que é normal uma companhia de água e esgoto, que sempre foi o “caixa” de eleições, bancar eventos culturais pontuais.
Uberaba precisa ter um projeto cultural, que não dependa de egos pessoais e nem de datas eleitorais. Isso impediria o uso da cultura para outros objetivos que não sejam levar o melhor da arte a toda a população, e não apenas para uma pequena, e elitizada, parcela da comunidade.

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