Devolução de salários a vereador gera atrito entre pastores, e revela ‘dízimo com dinheiro público’

Quem acompanha o BLOG, já sabe da história, mas quem não sabe, o caso envolvendo devolução de salários ou parte de salários de assessores para vereadores, são casos antigos, absurdos, irregulares, e corriqueiros na Câmara Municipal de Uberaba. E esse caso especifico de hoje se refere ao vereador evangélico Ronaldo Amâncio, que antes de ser vereador já era comissionado de Paulo Parado Piau.
E pelo jeito, pastores evangélicos quando envolve dinheiro, esquecem tudo né, até a fé… O diálogo que você vê no detalhe são de evangélicos no sapp, mas, com um detalhe, assessores de Amâncio. Quem faz a cobrança a Ciro Chaban (lembra dele? Aquele que é árbitro da CBF ao mesmo tempo que é assessor e chefe de gabinete de Amâncio), é o pastor Sérgio Cardoso. O rapaz reclama de ter que devolver parte do seu salário e entregá-lo a um outro pastor, de nome Rodrigo Marques, (Pastor da Deus é Amor, no bairro Beija-Flor).
O escândalo em tal gabinete é mais um exemplo do que acontece, e muito, nos gabinetes de vereadores em Uberaba. Veja que Cardoso informa que já devolve R$ 1 mil por mês a Amâncio, e que não quer devolver mais R$ 20,00 ao pastor.
Para quem não lembra, ou não sabe, esse Sérgio Cardoso é o mesmo que contei a história aqui, sem citar seu nome, de um pastor que eu havia excluído de minha página por ter entrado na campanha eleitoral defendendo Jair Bolsonaro.
Para quem não lembra, contei que o rapaz fazia discurso moralista, o que não condizia com seu passado. Na época, contei que, quando era gerente da Rádio Uberaba AM (2008-2010), o citado pastor alugava um horário na emissora, e me fez uma proposta indecorosa… De entrar com R$ 30 mil para virar sócio dele em uma igreja que pretendia montar em Sacramento, e que dava “para faturar R$ 5 mil por mês”…
Agora imagina, esses são os vereadores atuais de Uberaba. Como sabemos que o presidente da CMU, Ismar Marão, não tomará providências, cadê o Ministério Público?

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