‘Falso moralismo impera’… ‘Vereadores-religiosos’ tentam barrar projeto que impede preconceito com crianças e adolescentes

Veja no que se transformou a Câmara Municipal de Uberaba, que deveria ser a casa do povo, longe disso… Virou palco de falso moralismo e o uso político por religiões…
Ontem, o projeto de lei apresentado pelo vereador Alan Carlos, que dispõe sobre o uso do nome afetivo nos cadastros das instituições escolares, de saúde, cultura e lazer para crianças e adolescentes que estejam sob guarda de família adotiva em Uberaba, quase não foi aprovado porque os tais “vereadores religisiosos” votaram contra… Pode?
Só de votar contra um projeto, um dos poucos, raríssimos, inteligentes e úteis da atual Câmara de Vereadores, que é famosa pela passividade em relação ao ainda prefeito Paulo Parado Piau, já seria uma aberração. Mas, “por motivos religiosos” votaram contra um projeto que pode amenizar um pouco do preconceito que essas crianças e adolescentes passam em locais púbicos, como escolas.
O mais grave é quando você vê quem são estes “vereadores religiosos”… São, nas suas essências, os falsos moralistas mesmo. São os piores quando a questão é moralidade pública e tentam usar o este tipo de projeto de lei para fazer média com conservadores desinformados…
Veja os que votaram contra.. Os vereadores “evangélicos” Ronaldo Amâncio (PTB) (aquele mesmo cheio de parentes e indicados na Prefeitura de Piau) e Fernando Mendes (PTB) (da Universal do Reino de Deus do “moralista” Edir Macedo), e os “vereadores católicos” Rubério Santos (MDB) (aquele mesmo que recebe dois salários do poder público, como vereador e servidor, e a irmã tem alto cargo no CODAU) e Agnaldo Silva (PSD) (aquele mesmo chehio de indicados dentro da Prefeitura, entre eles, o próprio filho). E como sempre ainda teve o voto contra (ninguém sabe o que faz na Câmara Municipal até hoje), a vereadora Denise Max (PR), que alegou não ter entendido o teor da proposição. Pode?
Depois perguntam por que Uberaba está nessa situação… Com esse nível de vereadores, só podia estar…

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