Indicação política e desprezo a incentivo cultural geram revolta, e Fundação espera por ‘apadrinhado’

A bronca é geral, pra variar, com a política cultural, ou a falta dela, do ainda prefeito Paulo Parado Piau (MDB). Artistas, Conselho de Cultura e simpatizantes não escondem a revolta com a situação atual da Fundação Cultural de Uberaba. E os problemas, são muitos.
A começar pela nomeação do novo presidente da FCU, após a morte de Antônio Carlos Marques. Piau e companhia já apontam que irão nomear, mais uma vez, alguém por indicação política, e de novo, do presidente da diretoria da Câmara de Comércio e Indústria Brasil/Moçambique, o uberabense Sinfrônio Júnior, da família dos Mauapas. O que corre nos bastidores é que Piau pretende ouvir partidos políticos, já de olho nas eleições do ano que vem.
Outro ponto de revolta no setor, é que a Leu Municipal de Incentivo a Cultura é de “enfeite”, não funciona. Piau e a FCU, ao invés de usar tal lei e liberar recursos para artistas, promovem eventos, sem ter uma política definida para a Cultura. Ou seja, somente faz eventos conforme interesses eleitorais.
Ouvi de um ativista cultural: “os recursos para a Lei Municipal de Incetivo estão garantidos, mas não são usados. Além de gente que não é do setor tomando conta da citada fundação, Piau não apresentou até hoje uma política de formação cultural e de manutenção de artes”.
É aquilo que sempre afirmei por aqui, o governo municipal atual é conservador, e não tem interesse em investir em Educação Cultura. Até porque quem tem educação e cultura não vota nele…

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