Nomeações na Saúde e Ensino ‘quebram mantra de campanha’, e derrubam ideologias pelo poder

Se por um lado, o famigerado discurso de Romeu Zema (NOVO) já caiu água abaixo, de não fazer nomeações por indicações políticas, por outro lado, os últimos acontecimentos em Uberaba comprovam o que o poder faz com as pessoas, que passam por cima de tudo, de ideologias e ou de crenças.
O governador de Minas Gerais está com o nome de Vânia Célia Ferreira nas mãos, levado pelo deputado estadual Heli Andrade, o Grilo (PSL), para ser nomeada como superintendente de Ensino em Uberaba. Mas o caso, além de comprovar que de novo, Zema não tem nada, também demonstra o apego das pessoas. Era promessa de campanha eleitoral de Zema nomear apenas “tecnicamente”.
E não só na Educação, mas na Saúde já fez a mesma coisa, nomeando Maurício Ferreira, indicado pelo NOVO de Uberaba, como superintendente. Em mais uma nomeação político-eleitoral, sem as mínimas análises técnicas.
Tanto na Educação, quanto na Saúde, os então superintendentes, Marilda Ribeiro e Ivan José da Silva, respectivamente, a primeira indicada pelo MDB e a segundo pelo PT no Governo passado, lutavam para tentar se manter no comando.
Tanto um, quanto o outro, foram aprovados nas fantasiosas provas realizadas pelo Governo do Estado. Mas os compromissos políticos de Zema não deixaram, e na Saúde, por indicação do NOVO, e na Educação, por indicação de Grilo (ainda não saiu a nomeação), o Governo não vai nomear tecnicamente.
Mas o que chama a atenção, é o fato de Marilda Ribeiro e Ivan Silva, supostamente, ocupantes de cargos por “ideologias políticas”, pela luta para se manter, e pela revolta dos dois com as nomeações eleitorais, é a busca sempre pelo poder.
Ou será que o ex-superintendente de Saúde ou a quase ex de Ensino, acham que Zema vai seguir o plano de governo de Fernando Pimentel (PT), para o qual os dois foram nomeados “ideologicamente”?
Brasil…

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