BLOG previu crise no Zé Ferreira, sob direção de ex-deputado, e pais contestam o ‘buraco financeiro’

Como denunciou ontem o BLOG, o Colégio Doutor José Ferreira demitiu 65 pessoas, entre funcionários e professores na sexta-feira, mas as demissões foram “anunciadas”, ou previstas, por postagem de exato um ano atrás (veja no detalhe), quando foram dispensados os diretores Danival Alves e Mariluce Alves.
Mais do que isso, o BLOG apurou que a situação da escola em Uberaba não é nada boa, faltando até papel. Enxugamentos, muitos deles, usando a Reforma Trabalhista, outras, pela crise. Apesar que tal crise financeira é contestada pela associação de pais da escola. A entidade questiona como um colégio que fatura cerca de R$ 2 milhões por mês pode dar prejuízos?
E é exatamente nisso, que entraria a postagem do BLOG de um ano atrás. Para quem não lembra, a postagem denunciava que a CNEC – Campanha Nacional das Escolas da Comunidade, mantenedora do Colégio Zé Ferreira em Uberaba, é presidida pelo ex-deputado Alexandre José dos Santos, envolvido em escândalos da “lava jato” (veja no detalhe).
Em Uberaba, primeiro demitiram o diretor do Curso superior da CNEC, Cristiano Arruda (que tinha 35 anos de casa), e forçaram a saída dos professores Danival e Mariluce Alves.
Professores e funcionários do Zé Ferreira vivem momentos de apreensão e preocupação com futuro profissional e da instituição. E o dinheiro arrecadado aqui estaria sendo todo enviado para a CNEC.
E quem não entendeu como a Reforma Trabalhista também entra nessa questão, é que com a mudança na lei trabalhista pelo ex-presidente Michel Temer, com apoio de Jair Bolsonaro, que votou a favor, qualquer setor agora pode terceirizar os serviços, como o caso dos professores. Ou seja, demite professor que ganha R$ 4 mil R$ 5 mil, R$ 6 mil, embora, e contrata empresa terceirizada, pagando R$ 2 mil.
E assim segue o país, só não sabemos até quando…

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